BhujangasanaEm sânscrito transliteralizado este ásana é intitulada Bhujangasana, que significa serpente [Iyengar, 2007, p. 88]. Por outro ponto de vista temos "Bhuja" como braço e "Bhujanga" como a cobra que ergue-se direita para o céu, como um braço. Neste caso o significado é Naja - (king) "cobra" em Inglês. Pode-se ainda observar a variante "esfinge" que remete o yoga para um berço fora da Índia.
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Introdução
O Gheranda Samhita, que significa Coletânea de Gheranda, um texto que teria sido escrito no final do século XVII e que é considerado um dos principais clássicos do Hatha Yoga, adota essa pose dentre trinta e duas: perfeita; do lótus; feliz ou suava; livre; adamantina; próspera; do leão; da vaca; do herói; do arco; do cadáver; oculta; do peixe; de Matsyendra; da extensão atrás; de Goraksha; feroz ou ansiosa; perigosa; do pavão; do galo; da tartaruga; estendida da tartaruga; da rã; estendida da rã; da árvore; da águia; do touro; do gafanhoto; do crocodilo; do camelo; do Yoga.
Alguns autores referem que Shiva descreveu oito milhões e quatrocentos mil outros autores referem oitenta e quatro milhões de ásanas e ouros que existem tantos ásanas quantas espécies de animais existem.
Além de duas variações [esfinge e sarpasana] da postura da cobra, Saraswati [1975; pp. 90-105] classifica os seguintes ásanas como asanas flexionando hacia atras: da cobra retorcida; da cobra plena; do gafanhoto; da médio lagosta; da lagosta completa; do arco; do arco simples; do arco completo; do pescoço; do ombro; da ponte; sobre cabeça e pés; da luz crescente; do lagarto; da roda; das costas; e da cara da vaca.
Este ásana é considerado básico dentre aquelas posturas que dobram a coluna para trás e que estiram os músculos abdominais ao mesmo tempo. Esta condição tonifica e fortalece os músculos que controlam os discos e que, em geral, apresentam doenças nas costas. Adicionalmente, os nervos da coluna, que emergem das uniões das vértebras, também são tonificados, o que, por si só, tem repercussões benéficas em todo o corpo já que estes nervos se conectam com todos os órgãos e músculos. Detrás da espinha dorsal e conectada com os nervos da coluna encontra-se a corrente nervosa simpática que, junto com os nervos parassimpáticos, são responsáveis para que os órgãos do corpo estejam trabalhando no seu correto nível de atividade. Ou seja, pode-se dizer que o sistema nervoso simpático tende geralmente a estimular os órgãos para que sejam mais ativos, enquanto que sistema parassimpático tende a levá-los ao seu nível mais baixo de atividade. Portanto, o resultado é que os órgãos operam em equilíbrio ao máximo de suas condições de acordo com as circunstâncias ambientais tanto externas como internas, pois as ásanas em que se produz flexão para trás tonificam estes nervos, melhorando assim o funcionamento dos órgãos com eles conectados e tornando mais saudável o corpo [Saraswati, 1975, p. 88].
Ademais, a circulação do sangue das costas tem a característica de ser especialmente preguiçosa, de maneira que o sangue impuro tem a tendência de acumular-se nestas regiões, diminuindo a eficiência dos músculos e nervos. Isto é, as asanas que flexionam para trás são sumamente úteis para fazer circular o sangue puro e rico de oxigênio. Esses ásanas impõe estiramento aos músculos abdominais, especialmente os músculos do rectus abdomini, pois comprimem os órgãos abdominais internos dando-lhes uma boa massagem. Isto ajuda, e não pouco, a que operem mais eficientemente e é muito útil para eliminar enfermidades destes órgãos [Saraswati, 1975, p. 88].
Os nervos são os condutos principais da força vital no corpo. Correspondem aos nadis mais sutis e refinados do corpo astral. Comumente, as passagens dos nervos do corpo humano estão “obliteradas” por toxinas oriundas de uma má alimentação e seu funcionamento é prejudicado por um estilo de vida artificial. Como o homem busca estímulos fora de si mesmo, em vez de aproveitar seus recursos espirituais interiores, vicia os nervos, que se cansam e acabam por não mais responder aos próprios estímulos pelos quais ele tanto anseia. A dispersão de energia logo se torna habitual, resistindo aos esforços que, ao meditar, ele faz para relaxar recolhendo-se no Eu. Por isso os yogues recomendam purificar os nervos graças a uma alimentação adequada, além de asanas [posturas] e técnicas de meditação [e de respiração] do yoga, dentre as quais se destacam os Kriyas.
Alguns autores referem que Shiva descreveu oito milhões e quatrocentos mil outros autores referem oitenta e quatro milhões de ásanas e ouros que existem tantos ásanas quantas espécies de animais existem.
Além de duas variações [esfinge e sarpasana] da postura da cobra, Saraswati [1975; pp. 90-105] classifica os seguintes ásanas como asanas flexionando hacia atras: da cobra retorcida; da cobra plena; do gafanhoto; da médio lagosta; da lagosta completa; do arco; do arco simples; do arco completo; do pescoço; do ombro; da ponte; sobre cabeça e pés; da luz crescente; do lagarto; da roda; das costas; e da cara da vaca.
Este ásana é considerado básico dentre aquelas posturas que dobram a coluna para trás e que estiram os músculos abdominais ao mesmo tempo. Esta condição tonifica e fortalece os músculos que controlam os discos e que, em geral, apresentam doenças nas costas. Adicionalmente, os nervos da coluna, que emergem das uniões das vértebras, também são tonificados, o que, por si só, tem repercussões benéficas em todo o corpo já que estes nervos se conectam com todos os órgãos e músculos. Detrás da espinha dorsal e conectada com os nervos da coluna encontra-se a corrente nervosa simpática que, junto com os nervos parassimpáticos, são responsáveis para que os órgãos do corpo estejam trabalhando no seu correto nível de atividade. Ou seja, pode-se dizer que o sistema nervoso simpático tende geralmente a estimular os órgãos para que sejam mais ativos, enquanto que sistema parassimpático tende a levá-los ao seu nível mais baixo de atividade. Portanto, o resultado é que os órgãos operam em equilíbrio ao máximo de suas condições de acordo com as circunstâncias ambientais tanto externas como internas, pois as ásanas em que se produz flexão para trás tonificam estes nervos, melhorando assim o funcionamento dos órgãos com eles conectados e tornando mais saudável o corpo [Saraswati, 1975, p. 88].
Ademais, a circulação do sangue das costas tem a característica de ser especialmente preguiçosa, de maneira que o sangue impuro tem a tendência de acumular-se nestas regiões, diminuindo a eficiência dos músculos e nervos. Isto é, as asanas que flexionam para trás são sumamente úteis para fazer circular o sangue puro e rico de oxigênio. Esses ásanas impõe estiramento aos músculos abdominais, especialmente os músculos do rectus abdomini, pois comprimem os órgãos abdominais internos dando-lhes uma boa massagem. Isto ajuda, e não pouco, a que operem mais eficientemente e é muito útil para eliminar enfermidades destes órgãos [Saraswati, 1975, p. 88].
Os nervos são os condutos principais da força vital no corpo. Correspondem aos nadis mais sutis e refinados do corpo astral. Comumente, as passagens dos nervos do corpo humano estão “obliteradas” por toxinas oriundas de uma má alimentação e seu funcionamento é prejudicado por um estilo de vida artificial. Como o homem busca estímulos fora de si mesmo, em vez de aproveitar seus recursos espirituais interiores, vicia os nervos, que se cansam e acabam por não mais responder aos próprios estímulos pelos quais ele tanto anseia. A dispersão de energia logo se torna habitual, resistindo aos esforços que, ao meditar, ele faz para relaxar recolhendo-se no Eu. Por isso os yogues recomendam purificar os nervos graças a uma alimentação adequada, além de asanas [posturas] e técnicas de meditação [e de respiração] do yoga, dentre as quais se destacam os Kriyas.
| bhujanga.doc | |
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| File Type: | doc |
